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Moleira do bebé: saiba com o que precisa ou não se preocupar

24 Setembro, 2020

A moleira (denominação usada para fontanela) é um espaço entre os ossos do crânio do recém-nascido. Pode receber o nome de fontanela anterior – que é a maior e mais preocupante – e fontanela posterior. Estas permitem que os ossos se mexam para que a cabeça do bebé passe pelo canal do parto, além de deixar que o cérebro tenha espaço durante o seu crescimento, até atingir o tamanho definitivo.

 

A moleira é uma película membranosa, altamente resistente, apesar de fazer alguma impressão aos pais, especialmente por pulsar. Alguns bebés parecem nascer sem a moleira. No entanto, muitas vezes não é possível sentir o espaço ao passar a mão na cabeça do bebé, mas este consta no raio-X. O espaço entre estes ossos fecha normalmente aos 18 meses de idade. Contudo, alguns bebés só têm a moleira completamente fechada aos 2 anos.

 

No primeiro ano de vida, o perímetro cefálico do bebé desenvolve-se rapidamente e, por isso, o crânio não pode estar completamente soldado para permitir o crescimento do cérebro.

 

 

Moleira alta, baixa ou a pulsar

 

Uma preocupação muito comum é sobre a moleira alta, no entanto, se você sentir um tato flexível ou almofadado, não tem problema. O que não pode acontecer é esta estar alta e tensa, o que é um sinal de que está a aumentar a pressão no cérebro da criança por algum motivo (meningite, hidrocefalia, ou outras doenças).

 

Já as moleiras fundas não significam nada se a criança estiver ativa, porém, se ela estiver quieta pode significar que o bebé está com pouco fluído no corpo, ou seja, desidratado.

 

A moleira a pulsar é outra coisa que pode causar preocupações, mas é completamente normal. A cabeça do bebé é muito fina, por isso a pulsação do coração pode ser bastante percetível neste local.

 

Tamanho normal da moleira

 

Nos dois primeiros anos de vida, todas as crianças precisam de fazer avaliações regulares do perímetro cefálico, que é a circunferência da cabeça da criança. A medição é feita com a fita passando 1 cm acima da linha dos dois olhos e pela borda superior da orelha.

 

A velocidade de crescimento do perímetro cefálico varia de acordo com a idade da criança. Em crianças de 0 e 3 meses é normal o crescimento de 2 cm por mês, entre 4 e 6 meses deve crescer 1 cm por mês, e de 6 meses a 1 ano aumenta 0,5 cm por mês. É esta evolução, que também pode ser analisada numa curva usada na pediatria, que mede se o crescimento está normal ou não. O mais importante é a variação da velocidade de crescimento deste perímetro. Esta determina se a cabeça está a crescer rápido demais ou não está a crescer à velocidade esperada, gerando uma desproporção em relação ao corpo.

 

Cuidados

 

É preciso ter alguns cuidados com a moleira do seu filho. O principal é ficar atento(a) aos lugares pontiagudos. Também é preciso ter precaução com os irmãos, que muitas vezes querem segurar o bebé. Se houver uma batida, mas esta for em cima da moleira, leve e por objetos não pontiagudos, normalmente não há problema. Objetos pontiagudos é que são o problema. Outra coisa é que é necessário lavar bem a cabeça da criança para não ter infeções de pele.

 

Para que a cabeça do recém-nascido fique mais simétrica, é essencial variar a posição de deitar a criança. Se esta dormir sempre para o mesmo lado, pode acontecer assimetria. Normalmente indica-se que as crianças durmam de barriga pra cima, por ser mais seguro. Isto certifica que a criança fique com a cabeça mais simétrica, a não ser que esta tenha Cranioestenose – que são os ossos colados. Quando esta doença acontece de um lado, a cabeça cresce de forma torta.

 

Já conhecia os factos e cuidados a ter com a famosa moleirinha?

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